domingo, 17 de fevereiro de 2008

Vagador - poema (by *Cris Cunha*)


Na contramão
Um vulto, um susto
Ele, beirando a coxia
Molambo humano
Quase raspando a tinta dos carros
Roleta russa a pé
Não morre nem nunca morrerá
(Não assim)
A morte é o seu infindável anseio
Barrado somente pelo receio
Dos seus ossos a se quebrar
Torço para que ele não tenha êxito
(ou será que é o contrário?)
À medida que avança no contra-fluxo
Desperta uma prudência repentina nos condutores
Que até segundos antes vidravam alheios o horizonte
Transeunte fantasma não haverá mais, um dia...
Ele está literalmente na contramão da vida.
por Cris Cunha

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Cemitério de Ricoleta

Ao lado das tumbas com seus caixões que não vão para embaixo da terra, pude sentir como morrer pode ser extremamente romântico, mas bem no sentido byroniano.

Chevrolet ou Suzuki?


O meu carrinho Celta, que aqui no Brasil é fabricado pela GM, é fabricado em Bs As pela Suzuki e tem outro nome: FUN. Tudo a ver!!

Hard Rock

Só não foi melhor porque não havia nenhum show naquela noite...Sniff sniff...

Praça do Congresso


Auguste Rodin

Que estátua bonita. Fez-me refletir como ele, o pensador. Pena que o vandalismo tira um pouco da beleza da obra. Pichadores, por favor, tenham noção dos espaços onde imprimem a sua "arte"!!!